Élections 2022 : La CASA-CE défend une plus grande autonomisation des femmes

Drapeau de la CASA-CE
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Luanda - L'autonomisation des femmes angolaises, basée sur la construction d'une société plus juste et égalitaire, est l'un des défis de la Convergence ample pour le Salut de l'Angola - Coalition électorale (CASA-CE) présentée ce dimanche dans le temps d'antenne à la Télévision publique d'Angola (TPA).

Selon le candidat à la présidence de la République de CASA-CE, Manuel Fernandes, le pari sur cette frange de la société vise à la rendre de plus en plus libre de la discrimination et des mauvais traitements dont beaucoup d'entre eux sont victimes, en mettant l'accent sur les vendeuses ambulantes.

Il a ajouté que l'objectif est d'encourager une large participation des femmes à tous les niveaux de l'administration publique, en respectant les principes d'égalité des conditions dans l'attribution des postes.

L'Angola a une population croissante, majoritairement jeune, entre 0 et 25 ans, et de ce groupe, la population féminine représente 51%.

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https://www.angop.ao/fr/noticias/politica/att-copy-desk-eleicoes2022-casa-ce-defende-maior-empoderamento-da-mulher/

Mis à jour le  :   

15/8/2022

Bandeira da CASA-CE
Divulgação


Luanda - O empoderamento da mulher angolana, baseado na construção de uma sociedade mais justa e igual, é uma das apostas da Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE) apresentada este domingo no tempo de antena da Televisão Pública de Angola (TPA).  

De acordo com o candidato a presidente da República pela CASA-CE, Manuel Fernandes, a aposta nessa franja da sociedade visa torná-la, cada vez, mais livre da discriminação e dos maus tratos a que muitas delas são submetidas, com realce para as zungueiras (vendedouras de rua).

Acrescentou que o objectivo é dinamizar uma ampla participação das mulheres em todos os níveis da administração pública, observando os princípios da igualdade de condições no preenchimento de cargos.

Por via de um decreto, o Executivo angolano está comprometido com o empoderamento da mulher e define a política nacional para igualdade e equidade de género e a sua respectiva estratégia de advocacia e mobilização de recursos para implementação e monitorização, incluindo o programa de desenvolvimento local e combate à pobreza.

Angola tem uma população em crescimento e maioritariamente jovem, entre os 0 e 25 anos, e deste grupo, a população feminina representa 51%.

Colocada na posição 5 do boletim de voto, a CASA-CE é uma força política integrada pelo Partido de Aliança Livre de Maioria Angolana (PALMA), Partido de Apoio para Democracia e Desenvolvimento de Angola – Aliança Patriótica (PADDA-AP), Partido Pacífico Angolano (PPA), Partido Nacional de Salvação de Angola (PNSA) e Partido Democrático para o Progresso de Aliança Nacional Angolana (PDP-ANA).

Foi criada a 3 de Abril de 2012 e a sua primeira participação em eleições gerais foi em 2012, quando elegeu oito deputados para o Parlamento, enquanto que em 2017 obteve 16 deputados, correspondentes a 9,45 por cento dos votos válidos.

MPLA, UNITA, CASA-CE, PRS, FNLA, PHA, APN e P-NJANGO concorrem ao pleito de 2022, o quinto, depois de 1992, 2008, 2012 e 2017.

Segundo dados oficiais, Luanda, a maior praça eleitoral do país, conta com 4 milhões 671 eleitores (37%) dos mais de 14 milhões inscritos no ficheiro eleitoral em todo país.

Fonte  :   

https://www.angop.ao/noticias/politica/att-copy-desk-eleicoes2022-casa-ce-defende-maior-empoderamento-da-mulher/

Atualizado  :   

15/8/2022

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" Il n'est pas nécessaire de réussir pour entreprendre, ni d'entreprendre pour réussir "
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