Macron promet à la France de “coordonner les efforts militaires” au Sahel

A l’occasion de son souhait à l’armée ce mardi, le président de la République a assuré à la France qu’elle s’apprêtait à dégrader les efforts militaires consentis contre le djihadistisme au Sahel. Il justifie cette «coordination» par le succès obtenu et la plus grande implication des partenaires européens de la France.

La France “coordonne les efforts” au Sahel, où les forces anti-Jihad Barhane sont déployées, grâce aux “résultats obtenus” et “une plus grande intervention des partenaires européens” annoncés mardi par le président Emmanuel Macron. Je prépare. Son souhait à l’armée de Brest.

«Les résultats obtenus par nos troupes au Sahel, combinés à la plus grande intervention de nos partenaires européens, nous avons fait nos efforts« militaires »dans la région (5 100 hommes). ) Peut être ajusté. Précision du volume ou de la synchronisation. Cela confirme l’intention de l’Elysée de réduire les voiles de la bande sahéro-saharienne, dont la France est le premier opérateur outre-mer depuis 2013.

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https://www.angop.ao/fr/noticias/africa/presidente-frances-confirma-intencao-de-reduzir-tropas-no-sahel/

Mis à jour le  :   

20/1/2021

Paris - A França prepara-se para "ajustar" o seu "esforço" no Sahel, onde a força antiterrorista Barkhane está destacada, graças aos "resultados obtidos" e "à maior intervenção dos parceiros europeus", anunciou hoje o Presidente francês.

"Os resultados obtidos pelas nossas forças no Sahel, combinados com a maior intervenção dos nossos parceiros europeus, permitir-nos-ão ajustar o nosso esforço militar", afirmou Emmanuel Macron, que falava durante numa visita a tropas do exército francês em Brest (oeste da França), sem especificar qual a redução que poderia haver nem em que prazo.

O chefe de Estado francês confirmou, assim, a intenção de reduzir a presença da França na faixa do Sahel, onde tem vindo a realizar a sua maior operação externa desde 2013, com 5.100 soldados.

Em Janeiro de 2020, na cimeira de Pau (sudoeste de França), o Presidente francês e os seus homólogos do G5 do Sahel (Mauritânia, Mali, Burkina Faso, Níger e Chade) decidiram intensificar a luta antiterrorista para travar a espiral de violência. Emmanuel Macron enviou então um reforço de 600 homens para esta região tão grande como a Europa.

"Os reforços temporários que decidi destacar permitiram à força Barkhane colocar grupos terroristas em grandes dificuldades, que se encontram hoje encurralados, reduzidos a métodos cobardes, que chegaram às nossas forças", lamentando a recente morte de cinco soldados franceses no Mali, "mas que" - sublinhou - "atingiram sobretudo civis, sem discriminação", referiu o Presidente.

Para aliviar a sua presença, Paris conta com o reforço do destacamento de unidades europeias de elite dentro da nova força Takuba, que é responsável pelo acompanhamento do exército maliano em combate. Criada por iniciativa de Paris, este agrupamento de forças especiais, que hoje reúne franceses, estónios e checos, é "um sinal da consciência crescente sobre as questões do Sahel, que são cruciais para toda a Europa", sublinhou.

A França deverá formalizar a primeira vaga de retirada numa próxima cimeira com os países do G5 do Sahel, em Fevereiro, em N'Djamena (Tchad).

Mas "o curso permanece inalterado", assegurou o Presidente, referindo-se ao objectivo de "estabilidade" no Sahel e de "vitória contra os terroristas".

Para além da retirada dos 600 reforços enviados em Janeiro de 2020, o Eliseu está tentado a reduzir ainda mais pessoal da Barkhane até às eleições presidenciais de 2022, de acordo com fontes da agência de notícias francesa AFP. A impaciência está a crescer em França face a este longo e dispendioso compromisso, que custou a vida de 50 soldados e esta é uma luta que pode ter efeitos políticos.

De acordo com uma sondagem publicada no início de Janeiro, metade dos franceses (51%) já não apoia esta intervenção no Mali. Apenas 49% dos inquiridos continuam a ser favoráveis, contra 73% em Fevereiro de 2013 e 58% no final de 2019.

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https://www.angop.ao/noticias/africa/presidente-frances-confirma-intencao-de-reduzir-tropas-no-sahel/

Atualizado  :   

20/1/2021

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